segunda-feira, 22 de março de 2010

Reportagem Semana Santa



A produção desta reportagem foi em 2009, na disciplina de Folkcomunicação do curso de Jornalismo da Faculdade Católica de Uberlândia.

Trabalho de telejornalismo

No final de 2009, foi simulado um telejornal com link ao vivo por acadêmicos do curso de Jornalismo da Faculdade Católica de Uberlândia. A simulação foi filmada por Kelly Cristina.

Apresentação: Henrique Mendes.
Repórter: Ronaldo Pedroso
Cinegrafista: Alysson Andrade

Acompanhem!

Fórum de Dança

Se ela dança, eu danço...

1° Concurso de Crônicas da UFU

Para os escritores... Fiquem atentos...

sexta-feira, 19 de março de 2010

“Ói Nóis Aqui Traveiz” se apresenta em Uberlândia


A peça conta a história do revolucionário Carlos Marighella, protagonista na luta contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar


Por Alitéia Milagre (release da Comunicação PMU)


No dia 5 de abril, a Praça Clarimundo Carneiro será palco para apresentação do espetáculo “O Amargo Santo da Purificação – Uma Visão Alegórica e Barroca da Vida, Paixão e Morte do Revolucionário Carlos Marighella”. A peça prevista para as 16h é uma criação coletiva da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz de Porto Alegre (RS) para Teatro de Rua. A apresentação conta com o patrocínio da Petrobras, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

Além de Uberlândia, o Projeto, selecionado pelo Programa BR de Cultura 2009/2010, abrangerá as cidades de Florianópolis, Blumenau, Joinville, Curitiba, Londrina, Ponta Grossa, São Paulo, Campinas, São José do Rio Preto, Belo Horizonte e Ipatinga.

O Projeto “O Amargo Santo da Purificação”, valoriza e difunde as manifestações culturais brasileiras, e amplia as opções de lazer e cultura do público em geral das cidades que fazem parte do circuito.

Em Uberlândia o Projeto tem o apoio da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Uberlândia, da Universidade Federal de Uberlândia e Trupe de Truões, do Coletivo Teatro da Margem.



Carlos Marighella




O revolucionário brasileiro Carlos Marighella viveu e morreu durante períodos críticos da história contemporânea do País, sendo protagonista na luta contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar. A encenação coletiva para Teatro de Rua conta a história de um herói popular que os setores dominantes tentaram banir da cena nacional durante décadas. Na sequência de cenas o público assiste momentos importantes desta trajetória: origens na Bahia, juventude, poesia, ditadura do Estado Novo, resistência, prisão, Democracia, Constituinte, clandestinidade, Ditadura Militar, luta armada, morte em emboscada e o resgate histórico, buscando um retrato humano do que foi o Brasil no século XX.

É uma história de firmeza em todas as convicções. Marighella não abdicou ao direito de sonhar com um mundo livre de todas as opressões. Viveu, lutou e morreu por esse sonho.

Utilizando a plasticidade das máscaras, de elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do ritual com o teatro dança. Através de uma estética “glauberiana”, o Ói Nóis Aqui Traveiz traz para as ruas das cidades uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro



Ói Nóis Aqui Traveiz



A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz surgiu em 1978 com uma proposta centrada no contato direto entre atores e espectadores, transcendendo a clássica divisão palco/platéia. O grupo desenvolve um trabalho contínuo de pesquisa em relação à linguagem cênica e ao processo criativo do ator. A história da Tribo sempre se pautou pela afirmação da diferença, da independência em relação ao mercado e às estruturas de poder, com encenações caracterizadas pela ousadia e liberdade criativa.

As suas três principais vertentes são: o Teatro de Rua, nascido das manifestações políticas - de linguagem popular e intervenção direta no cotidiano da cidade - o Teatro de Vivência, no sentido de experiência partilhada, em que o espectador torna-se participante da cena – e o trabalho Artístico Pedagógico, desenvolvido junto à comunidade local. Espetáculos premiados pela crítica: “Aos Que Virão Depois de Nós Kassandra In Process”, “A Missão Lembrança de Uma Revolução”, “A Saga de Canudos”, “A Exceção e a Regra”, “Antígona Ritos de Paixão e Morte”, entre outros.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Análise do filme Laranja Mecânica segundo a Psicologia Behaviorista


O diretor Stanley Kubrick retrata um mundo futurista, onde uma gangue aterroriza a sociedade, com vandalismo, brigas com outras gangues, estupro e outros crimes.
O líder da gangue (Alex) é preso, e através de um programa de condicionamento, volta às ruas modificado. Quando pensa ou tenta algum ato violento, o seu organismo reage com crises de pânico, vômito, tontura. Esse condicionamento foi realizado através de sugestões visuais, onde ele assistia a cenas de violência sem sequer poder piscar os olhos, que se mantinham abertos à força, sendo molhados com colírio.
Em seu retorno à sociedade, ele encontra todas as suas vítimas, que se vingam dele, que não consegue reagir por causa do seu condicionamento. É espancado por um de seus ex-colegas que se tornou policial e, em seu caminho, cruza com um senhor que ficou paralítico e que teve a esposa estuprada e morta ao serem agredidos por ele. Esse senhor o reconhece somente quando ele está na banheira e canta uma música, a mesma que ele cantou quando o estava agredindo. Como as outras vítimas, vinga-se, mandando um empregado agredi-lo.
Depois de passar por todos os percalços, Alex volta ao seu estado normal através de uma cirurgia no cérebro, pelas mãos de um congressista que quer utilizá-lo como vítima do sistema para sua campanha eleitoral. Tem então, “lindas visões”, recheadas de violência e morte.

1. O controle do comportamento social é feito através da técnica Ludovico que, com princípios psicológicos behavioristas de condicionamento, introduz em Alex o mal-estar físico ligado a qualquer comportamento violento.

2. Como na caixa de Skinner, Alex vincula o seu sofrimento físico a atos de violência introduzidos através de vídeos que ele assistiu exaustivamente, sem ao menos poder fechar os olhos. Esse tipo de condicionamento – ou técnica behaviorista –, relacionando um efeito (seu mal-estar) a uma causa (violência), se faz presente através da teoria comportamental. Seu comportamento é moldado de acordo com os propósitos de outrem.

Notas

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Pai de santo

Ajoelhou, tem que rezar: o deputado distrital Júnior Brunelli (PSC) renunciou ao mandato, após ser filmado rezando durante um encontro com um dos operadores do mensalão do DEM. Nesse caso, rezar (para ele) não adiantou.
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Corre que vai chover

O circuito da Fórmula Indy no Brasil será de rua. A cidade de São Paulo está acertando os últimos detalhes para a corrida que abrirá a temporada de 2010. Com trecho no sambódromo e na Marginal Tietê, só não pode ter enchente e molhar a festa da Indy.

DATA


Fernando Prado em mais uma peça teatral. Como ele próprio se define: ator, DJ, apresentador de tv e go-go dancer quando as contas no fim do mês apertam.
Aproveitem!

quarta-feira, 3 de março de 2010